domingo, 21 de abril de 2013

Do and Does- Auxiliares verbais

Usa-se Do (com pronomes I, you, we, they) ou Does (com he, she ,it) no início das sentenças e o verbo principal permanece no infinitivo, não importando qual seja o sujeito:

Interrogative form             
                                      

Do I ...?                                   
Do You...?                   
Does he...?                  
Does she...?                
Does it...?                    
Do we...?                     
Do you...?                  

Negative form
short form  //  Long form
I don't...           I do not... 
You don't...      You do not...
He doesn't...    He do not...
She doesn't...  She do not...
It doesn't...       It do not...
We don't...       We do not...
You don't...      You do not...


Exemple with Do/don't

Do you work hard? (Você trabalha duro?)
You work hard.   (você trabalha duro.)
You don't work hard. (você não trabalha duro.)
You do not work hard. (você não trabalha duro.)

Exemple with Does/doesn't:

Does he eat meat? (Ele come carne?)
He eat meat. (ele come carne.)
He doesn't eat meat. (ele não come carne.)
He do not eat meat. (ele não come carne.)




  

domingo, 14 de abril de 2013

Aprenda brincando com as regras do Simple Present.

Dominó para aprender as regras do
Simple Present, você encontra no:
Blog do Prof. Josivaldo dê uma olhadinha,
é muito Ten:



        

http://www.josivaldoxp.com/2009/02/ingles-simple-present-regras-e-jogo-de.html



Dia do Índio (6º ano)

Números: atividade para ser trabalhada no dia do ìndio:
de uma olhadinha neste video, muito bom mesmo..

Clique no texto abaixo:
 MUSICA DO INDIO

Projeto (Plano de Aula)

Este projeto foi desenvolvido nas areas de: Ciências naturais e Matemática, Linguagens e Ciências Humanas.

PROJETO: Meio Ambiente/Reciclagem
PERÍODO:04 Aulas

Justificativa:

Envolver os alunos num projeto que busca não só a conscientização da importância da preservação do planeta, mas da ação de cada um através do não-desperdício, do reaproveitamento de matéria-prima e da reciclagem do lixo.

Objetivo Geral:

* Mostrar como a educação ambiental é importante para o nosso planeta, dando enfoque à problemática do lixo e à solução oferecida pela reciclagem.

* Elaborar um informativo a respeito da reciclagem do lixo; conscientizando a comunidade da importância do reaproveitamento dos materiais recicláveis.

Objetivos específicos:

* Conscientizar os alunos da problemática do lixo;

* Criar uma consciência ambiental ao ensinar aos alunos a importância da redução, da reutilização e da reciclagem;

* Esclarecer eventuais dúvidas acerca da reciclagem, aumentando, assim, o horizonte do conhecimento desses alunos;

* Ensinar o aluno a reaproveitar o lixo, a fim de que ele crie objetos úteis para o seu dia-a-dia;

* Conscientizar-se da importância desse trabalho e utilizar os conhecimentos adquiridos para o bem estar de sua vida e do meio ambiente.

* Enfocar os prejuízos que a sociedade sofre com a má utilização do lixo, causando enchentes, poluição e doenças.

* Estabelecimento de relações entre os materiais que utilizamos no dia-a-dia e seu reaproveitamento final.

Estratégias:

Apresentar o vídeo “História do lixo e reciclagem nos dia atuais”.
Leitura de textos informativos para as crianças à medida que o projeto for sendo desenvolvido
Elaborar uma lista com as crianças de algumas possíveis soluções que podem ajudar a amenizar o problema. Essas soluções poderão ser usadas na confecção dos cartazes além de fazer parte do informativo.
Levar o aluno a calcular a quantidade de lixo produzido por pessoa em dia, mês e ano.
Transformar medida (tonelada / quilo).
Conhecer a unidade de energia e calcular a economia na produção do papel reciclado.
Propor ao grupo pensar estratégias para conscientizar as pessoas a separar o lixo reciclável do lixo orgânico.

Orientações didáticas:

* Lembrar-se sempre do objetivo do projeto que foi compartilhado com as crianças, registrando as descobertas e curiosidades sobre o tema para o informativo.

* Garantir um espaço na roda onde as crianças possam falar sobre suas hipóteses e serem ouvidas tanto pela professora como pelas crianças.

* Propiciar situações de interações entre as crianças para troca de conhecimentos e de suas hipóteses.

* Propiciar situações onde as crianças possam avançar em seus conhecimentos, confrontando os seus conceitos espontâneos com os científicos.

* Selecionar previamente os vídeos, histórias e textos informativos para serem discutidos, fazendo recortes que possam ser aproveitados como fonte de informação. O professor precisa saber bem do que se trata o texto ou vídeo para explorá-lo melhor com os alunos.

Avaliação:

Acontecerá de forma processual, diagnóstica e acontecerá durante todo o desenvolvimento do projeto. Quando necessárias às atividades serão reformuladas para que os objetivos traçados possam ser alcançados.

Os momentos mais significativos do projeto serão registrados, tendo como ponto de observação o interesse, a participação à autonomia, a criatividade, a interação do grupo, enfim, todos os dados, que nos retratem a relação da turma com o projeto.

Eu como Professor/Aprendiz

Ser professor atualmente não é facil como outrora, não basta ter domínio de conteúdos na área de formação e/ou atuação, quando estamos “rodeados" de enquetes, questionamentos e teorias para que se trabalhe a interdisciplinaridade ou multidisciplinaridade englobando assim uma pluridisciplinaridade que o profissional acaba tendo que se desdobrar para se adaptar e trabalhar dessa maneira e também se lembrar que as “responsabilidades” (em todos os sentidos), estão todas direcionadas aos profissionais da educação. É uma cobrança que engloba pais, mães, - e até a sociedade a maioria das vezes – de que a responsabilidade além dos profissionais da educação, a própria entidade escolar também deve resaponder pela educação completa da criança. O que acaba por exigir do professor mais do que já se exigiu num passado não tão distante.  O professor necessita estar em constante aprendizado, para poder "saber" transmitir e/ou "ensinar" seus alunos, criar situações para favorecer esse aprendizado, para que o aluno venha encontrar significação nesse aprendizado, ou no que está aprendendo. O profissional da educação, não necessita necessariamente manusear giz e/ou pincel para escrever na lousa, ou simplesmente ficar à frente de seus alunos, falando e falando, mas sim conhecer, entender e usar as diferentes tecnologias e midias que se encontram à sua disposição na escola e compartilhá-las com seus alunos num processo de aprendizado aluno/professor e vice-versa. O processo de aprendizagem precisa e necessita ser contínuo, sabemos que o ensino esta em constante crescimento, apesar de sua complexidade, mas acabamos nos deparando com o paradoxo de Pozo “cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais na tentativa de aprender”.

-Desabafo- (O professor precisa ser para o aluno; "pai, mãe, psicólogo, médico e quando o aluno deixar, ser o professor, ah ia me esquecendo, quando será que vai sobrar um tempinho para sermos nós mesmos")? O salário sempre em defasagem, e por aí vai...

Atividades de arte (1º Ano) Ensino Médio

Atividades de 1° ano (Ensino Médio)
                                                                                                                               

1)- As figuras feitas pelo homem pré histórico em rochas (pintura rupestre), tinham  uma significação para o homem daquele período. Descreva essa significação.


2)- O domínio do fogo possibilitou a produção de outra técnica de arte diferente da pintura. Identifique essa técnica, especificando o material utilizado no produto final e descreva as figuras representadas.


3)- Produza um texto comparando a pintura egéia com a pintura egípcia.
                                                                                                                                                    

4)- Na pintura, o artista egípcio tinha que seguir diversas regras, como a regra da frontalidade. O que essa regra determinava?


5)- A religião tinha papel de destaque na cultura da civilização egípcia. De que forma esse aspecto se manifestava na vida cotidiana e na arte do Egito Antigo?



6)- Explique, comparando, o tipo de influência das artes grega e etrusca na arte romana.


7)- Faça uma comparação entre a escultura romana e a escultura grega, destacando as diferenças.

8)- Descreva os materiais e formas, utilizados pelos artistas romanos na confecção dos mosaicos.

Bibliografia:
PROENÇA, Maria da Graça. História da Arte. Àtica. São Paulo;2007. p. 9-91


RESPOSTAS:

1-) A ação de homens caçadores como parte de rituais de magia, desse modo, a representação de imagens em locais de difícil acesso, seria uma maneira de aprisionar os animais e assim manter o poder sobre eles (dominá-los).
2-) O material empregado era o metal, possibilitando a escultura nos mesmos com seus detalhes enriquecidos esculpindo representações de mulheres e guerreiros.
3-) Enquanto a pintura egípcia apresenta figuras imóveis e rígidas, a egéia sugere movimento explorando a com mais intensidade o efeito causado pela combinação de cores.
4-) O tronco sempre de frente, enquanto a cabeça, pés e pernas seriam vistos de perfil. Essa representação demonstrava que a arte não podia apresentar reproduções ou traços naturalistas, não podia imitar o real, mas sim evidenciar que se tratava de uma mera representação.     

5-) As técnicas utilizadas pelos artistas manifestam a importância da religião e as pinturas e objetos deixadas juntos aos mortos, as construções de pirâmides para fazer as tumbas e "guardar" os faraós mortos.

6-) Enquanto a arte etrusca trouxe aspectos associados à realidade, a arte grega influênciou a arte romana pelo ideal de beleza.

7-) A escultura grega tinha por principio destacar o ideal de beleza, enquanto que os romanos possuiam espírito prático e realista na arte, esculpindo assim representações fiéis das pessoas, não se preocupando com o ideal de beleza igual aos gregos.

8-) A confecção do mosaíco consistia na colocação de pequenos pedaços de pedras de diferentes cores lado a lado, sobre uma superfície de argamassa ou gesso. Dispostas de acordo com um desenho previamente determinado, posteriormente passa-se uma camada de cal, areia e óleo para preencher os espaços vazios.

Dicas para fazer um plano de aula.

Dicas sugestivas para auxilio, não especificamente um plano de aula.
Os objetivos englobam:

Conhecimento 

Conhecer, apontar, criar, identificar, descrever, classificar, definir, reconhecer e relatar no final.
Compreensão  

Compreender, concluir, demonstrar, determinar, diferenciar, discutir, deduzir, localizar e reafirmar.
Aplicação 

Aplicar, desenvolver, empregar, estruturar, operar, organizar, praticar, selecionar e traçar.
Análise 

Analisar, comparar, criticar, debater, diferenciar, discriminar, investigar, provar.
Síntese  

Sintetizar, compor, construir, documentar, especificar, esquematizar, formular, propor e reunir.
Avaliação 

Avaliar, argumentar, contratar, decidir, escolher, estimar, julgar, medir e selecionar.  
Objetivo 
 Necessita de um verbo do conhecimento e outro da avaliação.

Competências

Abrange os verbos da compreensão e aplicação.

Conteúdo programático

quando for sobre a apostila/livro na sua totalidade.
Eixo temático

quando for somente de uma parte e/ou capítulo.

METODOLOGIA  

Aula expositiva dialógica, elaboração de fichamentos, resumos de textos, exercícios, aplicação de mini aulas e/ou recuperação, utilização de recursos (giz, quadro, apostila, TV, DVD, retro projetor, internet - e o que se fizer necessário).

Ação didática 

Separada por momentos, descreve de maneira breve o que vai ser trabalhado em sala de aula; Exemplo:
Primeiro Momento.........

Segundo Momento (e mais quantos forem necessários)

Habilidades

É o que o aluno deverá desenvolver e/ou adquirir durante as aulas.

Avaliação

Maneira ou forma de como o aluno será avaliado pelo professor (participação, resenha (critica, descritiva etc.), atividades, comentários. (todas as formas “cabíveis” que podemos avaliar)

BIBLIOGRAFIA 

Apostila, livro, site e todos os recursos que você usou para o embasamento da aula.

Artigos Indefinidos: A and AN

Artigos Indefinidos: A and An
A e an são artigos indefinidos na língua inglesa, e equivalem a um ou uma traduzidos para o português. A e an são usados sempre à frente dos adjetivos. Veja o exemplo:
*    He’s a famous personality. (Ele é uma personalidade famosa).
*     He is an actor.  (Ele é um ator)
*     But he isn’t a singer. (Mas ele não é um cantor) 
Os substantivos em inglês não tem gêneros, portanto a e an são usados antes de qualquer substantivo. Uma única diferença a ser considerada é que, o artigo indefinido a antecede uma palavra iniciada com consoante e o artigo indefinido an antecede uma palavra que inicia com vogal. Veja exemplos:
*    A doctor
*    An animal
*    A day
*    An engineer
*    An  architect
*    A student
*    An actress
*    A girl.
As letras Y e W que possuem o som de vogais, usamos a e não an à frente das palavras que começam com essas letras. Exemplos:
 a young / a woman / an year