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EU, PROFESSOR/APRENDIZ 
Ser professor atualmente não é fácil como outrora, não basta ter domínio de conteúdos na área de formação e/ou atuação, quando estamos “rodeados" de enquetes, questionamentos e teorias para que se trabalhe a interdisciplinaridade ou multidisciplinaridade englobando assim uma pluridisciplinaridade que o profissional acaba tendo que se desdobrar para se adaptar e trabalhar dessa maneira e também se lembrar que as “responsabilidades” (em todos os sentidos), estão todas direcionadas aos profissionais da educação. É uma cobrança que engloba pais, mães, - e até a sociedade a maioria das vezes – de que a responsabilidade além dos profissionais da educação, a própria entidade escolar também deve resaponder pela educação completa da criança. O que acaba por exigir do professor mais do que já se exigiu num passado não tão distante.  O professor necessita estar em constante aprendizado, para poder "saber" transmitir e/ou "ensinar" seus alunos, criar situações para favorecer esse aprendizado, para que o aluno venha encontrar significação nesse aprendizado, ou no que está aprendendo. O profissional da educação, não necessita necessariamente manusear giz e/ou pincel para escrever na lousa, ou simplesmente ficar à frente de seus alunos, falando e falando, mas sim conhecer, entender e usar as diferentes tecnologias e midias que se encontram à sua disposição na escola e compartilhá-las com seus alunos num processo de aprendizado aluno/professor e vice-versa. O processo de aprendizagem precisa e necessita ser contínuo, sabemos que o ensino esta em constante crescimento, apesar de sua complexidade, mas acabamos nos deparando com o paradoxo de Pozo “cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais na tentativa de aprender”.
-Desabafo- (O professor precisa ser para o aluno; "pai, mãe, psicólogo, médico e quando o aluno deixar, ser o professor, ah ia me esquecendo, quando será que vai sobrar um tempinho para sermos nós mesmos")? O salário sempre em defasagem, e por aí vai...

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